Mostrando postagens com marcador Outras Fontes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outras Fontes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de março de 2012

Reteté Big Band

Olá,


Recebi hoje um newsletter que achei muito interessante e quis compertilhar com vocês.


É uma revista do site Catraca Livre sobre o Movimento Elefante, de big bands.


A big band é um conjunto musical, geralmente com 18 integrantes, que toca músicas de jazz (principalmente) e outros estilos.


Uma big band pertencente ao movimento que me chamou à atenção foi a Reteté Big Band.


Este é um vídeo em que a banda toca o hino nº 100 da Harpa Cristã, O Bom Consolador, e, abaixo, a reportagem da revista Catraca Livre:






Reteté Big Band

Reteté é um termo próprio das igrejas, que significa "manifestações das pessoas sob a presença do Espírito Santo durante pregações em cultos".

A ideia surgiu dentro das igrejas, mas Thiago Alves destaca: "Não somos e nunca fomos uma banda evangélica". Feita para quem gosta de boa música, independente da origem, assim é sonoridade da Reteté Big Band.

Idealizada em 2004, sua formação foi concretizada apenas em 2006, com o intuito de tocar hinos nas igrejas evangélicas. "Por anos procuramos por um baterista, até finalmente encontrarmos o Paulinho Vicente", conta o contrabaixista do grupo. A Reteté conta hoje com 17 integrantes, sem piano e com uma tuba no lugar do quarto trombone.

O bom relacionamento entre os músicos nas igrejas foi fundamental para que a banda tomasse forma. "Um foi apresentando outro músico, que gostava do mesmo estilo som e fomos nos reunindo", ressalta.

Alguns também se conheceram na Escola de Música de São Paulo (EMESP), na big band de Roberto Sião. Fora os hinos, bandas de coreto e fanfarra também inspiram o grupo.

Integrar o Movimento Elefantes foi um grande passo para a Reteté: "Conseguimos público e montamos novos repertórios e formações instrumentais", diz Thiago.

YK - Achei interessante a proposta. E principalmente o nome da banda. Porém o fato de não se nominarem "banda evangélica" é um ponto para levantar uma discussão: seria o canto deles um louvor? Isto é correto?.

Pensem nisso. Se possível, escrevam suas opiniões nos comentários.

Vamos buscar a Deus não apenas com os lábios, mas com as nossas vidas.

Um forte abraço e fiquem na Paz do Senhor.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Falar vários idiomas pode deixar você com várias personalidades

Espera aí, é isso mesmo? É sério que a nossa personalidade muda dependendo de qual língua estamos falando? Um estudo chinês sugere que sim.

Psicólogos da Universidade de Hong Kong observaram que estudantes chineses fluentes em inglês se tornavam visivelmente “mais assertivos, extrovertidos e abertos a novas experiências” (características, segundo eles, culturalmente mais próximas de quem cresceu em países que falam inglês) quando estavam usando o segundo idioma.


O efeito foi ainda maior dependendo de com quem os estudantes chineses estavam conversando. Se eles falavam inglês com uma pessoa estrangeira, a “nova personalidade” ficava ainda mais proeminente.
Para os pesquisadores, isso sugere um link claro entre linguagem e personalidade. Eles explicam: o poder, é claro, não está na língua em si, e sim na ideia que as pessoas (no caso, os estudantes chineses) têm de quem a fala. Ou seja: se eles consideram os falantes de inglês mais extrovertidos, ajustam suas personalidades de acordo na hora de usar o idioma.


Fonte: Superinteressante


YK - Acho que esta "disfunção" de personalidade ocorre graças à cultura presente no vocabulário. Por exemplo: um brasileiro "sente saudade de alguém", o espanhol "extraña alguién", o americano "misses somebody". Se traduzirmos do inglês para o português literalmente ficaria assim: [sente] falta de alguém. Já no espanhol, "extraño" é o estranho do português, assim como o "eu sinto saudade".


Percebe como a língua interfere no sentimento? Não? Vou tentar explicar melhor.


Enquanto o português trata como um sentimento normal (assim como "sinto fome", "sinto um vazio", "sinto saudade"), o espanhol trata como um sentimento que não é normal, "estranho". Já o inglês não expressa o sentimento, o mais marcante é a ausência. O verbo "miss" é usado tanto para uma pessoa que se sente a falta "I miss you" (sinto sua falta) como para coisas perdidas "missed shot" (tiro perdido).


Outro ponto a se considerar é a importância da cultura na pronúncia correta e no vocabulário. Se um estrangeiro aprende o português com um carioca, ele provavelmente falará com a fala mais solta, mais "extrovertida". Se aprende com um curitibano, terá a fala mais regrada, mais conservadora. Já se aprender com um paulista, tentará falar o mais rápido possível.


Na questão do vocabulário, ele não se aprende na leitura de dicionários, mas na leitura de livros, no ouvir músicas, e assistir filmes. Nessas três fontes de vocabulário há muito da cultura. Que influencia assim como a convivência.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Policiais Militares e cristãos em ação

"Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: 'Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. '"
Mateus 12:25



YK - Um artigo que li hoje na revista Portas Abertas, sobre a organização da Polícia Militar em São Paulo:


A vida é feita de escolhas. Todos os dias escolhemos o que vestir, o que comer, o caminho que vamos fazer para chegarao trabalho, a escola e até mesmo o que fazer se ficarmos em casa. Obedecer é um ato natural incorporado à nossa sociedade, uma vez que todos os seres vivos estão debaixo de uma hierarquia.


A Palavra de Deus é cheia de exemplos de obediência e narra também as consequências de não obedecer. Isso é muito sério, uma vez que a vida moderna tem nos encaminhado para o individualismo, onde Deus só tem lugar quando precisamos, e de preferência, nessas ocasiões, buscamos respostas rápidas.


Obedecernão é opção, é ordem, e em Jesus encontramos o grande exemplo em Filipenses 2: 5 - 11. Ele poderia ter "desobedecido", ou ser o que é: Deus! Ao contrário obedeceu e assumiu a forma de servo, a mais simples e humilde. E a resposta foi maravilhosa: Deus Lhe colocou em honra e nos alcançou com Seu amor.


Estou na Polícia Militar do Estado de São Paulo há 28 anos. temos dois valores inquestionáveis que são lealdade e constância. Estes, por sua vez, são executados com basa na hierarquia e disciplina. Não é difícil nem humilhante. Simplesmente temos a confiança e segurança em nossos superiores e procuramos transmitir o mesmo aos nossos subordinados. Digo isso, pois algumas pessoas tem a impressão de que a vida militar é opressiva e de obediência cega, no entanto, temos oportunidade de contribuir com nossas experiências na melhoria constante do serviço, oferecendo o melhor para a sociedade paulista.


A Polícia Militar atua diuturnamente nos 645 municípios do estado de São Paulo, com um efetivo de 100 mil homens e mulheres. Temis uma gestão de polícia baseada em Polícia Comunitária, Direitos Humanos e Gestão Pela Qualidade, ou seja, "o exercício de polícia voltado à defesa da cidadania, garantia dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos, com integral respeito aos direitos humanos e com a interação da sociedade" (Luiz de Castro Junior, Coronel de Polícia Militar).


Todos os cursos de formação e de aperfeiçoamento são de nível superior e a Polícia Militar do Estado de São Paulo é referência em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública no Brasil, na América Central, trabalhando ainda para transmitir conhecimentos para países da América do Sul e para países Africanos que falam português.


Comparando-se ao Reino de Deus, não existem grandes diferenças. Fomos chamados para uma missão e temos o compromisso de cumpri-la. Cada um tem seu papel e nenhum é mais importante que o outro. Fazemos parte de um sistema onde não há lugar para desobediência, rebelião, preguiça... pois uma pequena falha pode ter grande repercussão.


Estamos expostos da mesma maneira à opinião pública e ao julgamento das pessoas e não podemos simplesmente agir como se não fizessemos parte de um só corpo.


"Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração como para o Senhor e não para homens" (Colossenses 3: 23). Assim acontece conosco enquanto policiais militares. Sabemos que a obediência às autoridades, à hierarquia e à disciplina resultam em um trabalho que beneficia toda a sociedade da qual também fazemos parte.


Há ainda outra semelhança interessante enre os policiais militares e os cristãos: nós ao ingressarmos à instituição, fazemos um juramento de defender a pátria e a sociedade, mesmo que isso custe a nossa própria vida. Ao recebermos Jesus, assumimos o mesmo compromisso e isso é resultado de amor e obediência.


Por: Lilian Cristina da Silva (ela é Tenente Coronel PM, subdiretora da Diretoria de Polícia Comunitária e de Direitos Humanos)


YK - Um belo exemplo de organização e disposição. Não seria bom se tivéssemos este mesmo empenho no Serviço Cristão?


"Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem se desanimem."
Hebreus 12:1-3